segunda-feira, 9 de dezembro de 2013

5 coisas que quem não joga videogame nunca vai entender sobre eles


Fala, galera, tudo bom com vocês? Você tem algum parente, namorada ou algo do tipo que não seja a pessoa mais conhecedora do mundo sobre games? Se tem, essa pessoa certamente não entende algumas das coisas dessa lista, quer ver? Me acompanhe então.
5. Porque o seu console sempre ficava de cabeça pra baixo

Essa é uma das situações mais clássicas que todo gamer mais antigo já teve que fazer. O PlayStation era um ótimo console, mas pqp, maldito leitorzinho vagabundo que ele tinha. Qualquer poeirinha e o jogo começava a engasgar. O pior de tudo é que nós realmente não éramos cuidadosos com nossos jogos de 5 reais do camelô e eles ficavam rolando por aí, então os riscos nos discos (e as travadas e aumentos de loading) nos discos eram frequentes.
A solução para isso parecia óbvia: virar o videogame de cabeça para baixo, assim o leitor magicamente voltava a funcionar. Depois que ele parava de funcionar assim, outra alternativa era deixar o console de lado, pra ver se ele funcionava. No fim, você acabava virando o PSX em todos os sentidos possíveis, criando praticamente uma quarta dimensão onde o canhão de leitura do console finalmente conseguia achar o ângulo perfeito para ler aquele seu jogo todo detonado.
4. Esses caras não são irmãos

Esse é um dos maiores sacrilégios da história dos games. Eles se odeiam, pô. Aliás, o Sub Zero amarelo não tem absolutamente nada a ver com o Scorpion, nem a mesma desculpa preguiçosa da paleta de cores dá pra usar neles, já que os modelos originais dos personagens eram diferentes, lá no Mortal Kombat 1. Então, por favor, mostre para quem estiver precisando ler que essa informação: não dá pra congelar com ele, ele é o “da cordinha”.
3. É totalmente justificável gastar o preço de um carro num simulador de carros

Você já viu um simulador desses? Então sabe que para isso, é necessário um computador bom pra cacete, uma cadeira especial, a direção, cockpit e tudo mais. Mas pra que infernos você vai comprar tudo isso? Oras, pra jogar Top Gear do Super Nintendo no talo, é claro.
A ideia é simular o realismo de uma corrida mesmo, da melhor maneira possível e isso é o mais próximo que muita gente chega de fazer isso sem precisar pagar uma barbaridade para dar duas voltas num autódromo de corridas. Convenhamos que o investimento pra um simulador desses traz muito mais prazer do que um Uno Mille, que custa mais ou menos a mesma coisa.
2. Mas você já não tem um videogame? Pra que comprar um novo?

Videogames, para os gamers, são o equivalentes a sapatos para as mulheres, você nunca tem o suficiente, e sempre acha espaço em casa e no orçamento pra comprar um novo. O problema é que, conforme o tempo passa, eles acabam ficando obsoletos e precisamos de consoles novos para acompanhar os lançamentos, por isso os novos.
O problema é explicar isso pra mãe/namorada/esposa/etc porque com os consoles atuais são a “próxima parte” da marca, ao invés de um nome novo, essas pessoas só lembram da primeira parte. “Mas tu já não tem um Xbox? Mas tu já não tem um Plei?” e por aí vai.
1. Isso não é um videogame

Por favor, aprendam pelo menos isso.

Ex-apresentadora do ‘Clube da criança’, Pat Beijo é escritora e tem tatuagens dela mesma no corpo



A saudação criada por ela na época de apresentadora do “Clube da criança”, entre 1994 e 1997, na extinta TV Manchete, virou bordão e apelido: Pat Beijo. Hoje escritora e empresária, abandonou o sobrenome de batismo, Nogueira, e assina como Patrícia Kiss seus dois livros já publicados: “Como ser sexy demais” e “Irresistível — O poder da sedução”. O terceiro, sobre estética, já está no forno. “Vou usar tudo que eu aprendi como modelo profissional, quero ajudar outras pessoas com o livro. Tinha que canalizar essa veia artística de alguma forma. Não posso ser atriz, sou canastrona. Nem cantora, não tenho uma voz muito legal (risos)”, admite a loura, de 34 anos, cujo próximo projeto é um empreendimento, misto de salão e boutique, que pretende inaugurar até o fim do mês em Petrópolis, sua cidade natal.


Pat Beijo, na época do “Clube da criança”, em 1995
Pat Beijo, na época do “Clube da criança”, em 1995 Foto: Arquivo /



‘Clube da criança’

Patrícia diz que quando assumiu o programa, com apenas 15 anos, era muito imatura e até um pouco arrogante. “Senti que o sucesso subiu um pouco à minha cabeça. Criança que ingressa no meio artístico tem que estar preparada psicologicamente. Um dia estar na escola e no outro fazer show para 10 mil pessoas é um baque. Eu não tinha esse preparo”, conta ela, que lista como motivos para sua saída da TV desavenças com o diretor do programa e a má fase da emissora. “Mas foi uma experiência supergratificante. Gostei muito de trabalhar com criança, curti muito. Elas gritavam meu nome, choravam, era uma coisa meio mágica. Televisão tem muito disso. Mas essa fase passou”, explica Patrícia, que desistiu das faculdades de Direito e Psicologia e hoje cursa Estética.


Patrícia Kiss tem uma tatuagem dela mesma na perna
Patrícia Kiss tem uma tatuagem dela mesma na perna Foto: Divulgação /

Temporada no exterior

Patrícia morou durante 12 anos na Suíça, onde gerenciou um pub e curtiu o anonimato: “Eu meio que me isolei. Queria mudar minha vida, não queria ser artista. É legal você ser uma pessoa normal, curtir esse lado”. De volta ao Brasil há alguns meses, embora mantenha uma casa na Itália, ela se divide entre Rio e Petrópolis. “Senti saudade do calor humano. A Suíça é um país muito calmo, tem segurança, é maravilhoso, mas outras coisas me faltavam. Meu pai morreu ano passado e senti muita falta da família, do aconchego. Precisava recarregar a bateria”, explica ela, que está no quarto casamento, com um comandante da Marinha: “Primeiro foi com um turco, depois um grego e um italiano. Esse é 100% brasileiro, agora tem que dar certo (risos)”. Mãe de Caroline, de 14 anos, ela tem o incentivo da filha para retornar à televisão. “Minha filha diz: ‘Mãe, por que você não volta?’. Mas não é assim. Hoje não apresentaria um infantil, mas se fosse um programa de dicas de beleza, eu gostaria”.


Patrícia Kiss
Patrícia Kiss Foto: Divulgação



Novo visual

Mais loura e com lentes de contato azuis, Patrícia está com visual bem diferente do que na época do “Clube”. Mas jura que as únicas intervenções cirúrgicas que fez foram uma lipo depois da maternidade, silicone e um leve aumento dos lábios. “Acho que estou melhor agora, sou como o vinho, o tempo me fez bem. Mas nunca fiz plástica no rosto! Eu era uma boneca, tinha a cara da Barbie”, justifica ela, que carrega duas tatuagens dela mesma no corpo: uma no braço e outra na perna. Convidada para posar nua várias vezes, ela não pensa em aparecer como veio ao mundo em nenhuma revista: “Acho bonito, mas sou bem discreta. Se eu fizesse, seria sem aparecer nada (risos). A gente nunca pode dizer nunca, mas tem coisas que o dinheiro não paga”.